| Alimentação Integral |

A promoção da alimentação integral começa diante das dificuldades econômicas pelas quais passa o país. Torna-se cada vez mais difícil adquirir alimentos adequados ao consumo do dia-a-dia, razão pela qual alimentação equilibrada é atualmente uma das maiores preocupações do nosso cotidiano.
Dessa forma, devemos aproveitar tudo que o alimento pode nos oferecer como fonte de nutrientes. Dentre os diferentes padrões de alimentação destacam-se as dietas não usuais, sendo as mais abordadas pela literatura: naturalista, vegetariana,
macrobiótica e alimentação integral. Elas possuem características específicas e produzem diferentes repercussões sobre o organismo humano.
A alimentação integral possui como princípio básico a diversidade de alimentos e a
complementação de refeições, com o objetivo de reduzir custo, proporcionar preparo rápido e oferecer paladar regionalizado. Estudos mostram que o homem necessita de uma alimentação sadia, rica em nutrientes, que pode ser alcançada com partes dos alimentos que normalmente são desprezadas. As perdas não ocorrem somente em plantações, transporte e armazenamento inadequado, mas também no preparo incorreto dos alimentos. Os principais alimentos ou produtos utilizados para
complementar a dieta convencional são: pós (casca de ovo, semente de abóbora); farelos (trigo, arroz, milho); farinhas torradas, raizes e tubérculos. Só com a conscientização, através da Educação Nutricional, é que se pode reverter o quadro
alimentar atual do Brasil.
CARACTERÍSCAS BÁSICAS:
Alto valor nutritivo;
Baixo custo;
Paladar regionalizado;
Preparo rápido.
FATORES QUE INFLUENCIAM NA DISPONIBILIDADE DOS ALIMENTOS:
Produção e colheita: dificuldades no controle de preços e disponibilidade dos alimentos.
Transporte: encarece o preço.
Refrigeração: temperaturas inadequadas causam danos aos alimentos, levando ao
desperdício e perdas nutricionais.